Djaimilia Pereira de Almeida é escritora.
As suas histórias procuram restaurar uma sensibilidade omitida, dedicando-se a pensar a hospitalidade e os seus espectros, a justiça e a existência humana esmagada pela História e pela contingência.
O seu primeiro romance, Esse Cabelo, publicado em 2015, foi finalista do PEN/America Translation Prize. Luanda, Lisboa, Paraíso, editado em 2018, recebeu o prémio Oceanos, o prémio literário Fundação Eça de Queiroz e o prémio literário Fundação Inês de Castro. A Visão das Plantas seria um dos vencedores do prémio Oceanos no ano seguinte. Em 2024, Toda a ferida é uma beleza recebeu o Grande Prémio de Romance e Novela da Associação Portuguesa de Escritores. Livro da Doença recebeu o prémio literário Fernando Namora, em 2025.
A sua obra, publicada em dezassete países, vem dando origem a uma ampla bibliografia secundária e é leitura obrigatória nos vestibulares de várias universidades brasileiras.
Em 2023, recebeu o prémio FLUL Alumni, atribuído pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, onde se doutorou. Em 2025, recebeu o prémio Vergílio Ferreira, concedido pela Universidade de Évora, “pelo papel decisivo que tem desempenhado na revitalização da narrativa portuguesa contemporânea”.
É colunista da Quatro Cinco Um e da revista ZUM e escreve semanalmente no Observador.