“De Portugal, a cidadania dos mortos foi o seu único visto de residência.”

Chegados a Lisboa em junta médica, Cartola e Aquiles descobrem-se pai e filho na desventura, sobrevivendo ao ritmo da doença, do acumular de dívidas e das cartas e telefonemas trocados com a família deixada em Luanda. Até que num vale emoldurado por um pinhal, nas margens da cidade mil vezes sonhada pelo velho Cartola, encontram abrigo e fazem um amigo. Será esta amizade capaz de os salvar? “Se o entendimento entre duas almas não muda o mundo, nenhuma ínfima parte do mundo é exactamente a mesma depois de duas almas se entenderem.” Luanda, Lisboa, Paraíso, o segundo romance de Djaimilia Pereira de Almeida, é o balanço tocante de três vidas simples, em que esperança e pessimismo, desperdício e redenção, surgem lado a lado numa sequência de tableaux sombrios, doces e trágicos.



2018    Companhia das Letras (Portugal)

* Prémio Literário Fundação Inês de Castro 2018 * 

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Na imprensa —

“Luanda, Lisboa, Paraíso, imaculadamente escrito, é mais atento aos outros, mais ficcionado, mais triste e comovente.”

Pedro Mexia, Expresso


“A escrita de Djaimilia Pereira de Almeida é uma escrita-dom, o que não implica que não seja sublimada pela escolha da palavra certa na composição da frase justa, atravessada pelo sentimento, enformada pela inteligência viva e o saber sobre o que escreve.”

Maria do Carmo Piçarra, Diário do Alentejo


“O novo livro de Djaimilia Pereira de Almeida pode ser visto como a grande saga dos africanos lusófonos imigrados para Portugal após a queda do Império.”

Miguel Real, Jornal de Letras

 

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